<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss
version="2.0"
xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
> <channel><title>Blanca Odontologia &#187; tratamento oncológico</title> <atom:link href="http://www.blancaodontologia.com.br/topico/tratamento-oncologico/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.blancaodontologia.com.br</link> <description>Clínica Odontológica Brasília/DF</description> <lastBuildDate>Wed, 22 Sep 2021 19:18:00 +0000</lastBuildDate> <language>pt-BR</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>https://wordpress.org/?v=4.0.38</generator> <item><title>Pouca saliva pode ser sinal de inflamações ou tumores</title><link>http://www.blancaodontologia.com.br/pouca-saliva-pode-ser-sinal-de-inflamacoes-ou-tumores/</link> <comments>http://www.blancaodontologia.com.br/pouca-saliva-pode-ser-sinal-de-inflamacoes-ou-tumores/#comments</comments> <pubDate>Wed, 04 Mar 2015 14:10:34 +0000</pubDate> <dc:creator><![CDATA[blancaodontousuario]]></dc:creator> <category><![CDATA[curiosidades]]></category> <category><![CDATA[Dicas]]></category> <category><![CDATA[Imprensa]]></category> <category><![CDATA[caxumba]]></category> <category><![CDATA[Correio Braziliense]]></category> <category><![CDATA[glândulas salivares]]></category> <category><![CDATA[Gustavo Maluf]]></category> <category><![CDATA[mucocele]]></category> <category><![CDATA[saliva]]></category> <category><![CDATA[tratamento de câncer]]></category> <category><![CDATA[tratamento odontológico]]></category> <category><![CDATA[tratamento oncológico]]></category> <category><![CDATA[tumores]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://www.blancaodontologia.com.br/?p=309</guid> <description><![CDATA[<p>Saliva é responsável por auxiliar o processo digestivo e proteger a boca</p><p>A saliva protege a cavidade oral, cuida da umidade da boca, facilita a fala, auxilia o paladar, a mastigação, a digestão e ainda ajuda a evitar o mau hálito. ...</p><p>O post <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br/pouca-saliva-pode-ser-sinal-de-inflamacoes-ou-tumores/">Pouca saliva pode ser sinal de inflamações ou tumores</a> apareceu primeiro em <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br">Blanca Odontologia</a>.</p> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<h2 class="descricao">Saliva é responsável por auxiliar o processo digestivo e proteger a boca</h2><p>A saliva protege a cavidade oral, cuida da umidade da boca, facilita a fala, auxilia o paladar, a mastigação, a digestão e ainda ajuda a evitar o mau hálito. As glândulas salivares guardam funções de extrema importância na manutenção da saúde, mas podem ser foco de uma série de problemas que muita gente desconhece, desde que tudo pareça bem. Um exemplo, a boca seca — geralmente um sintoma de que alguma coisa vai mal ou uma sequela de algum tipo de tratamento ou medicamento — pode ser mais incômodo do que se pode imaginar. Tanto que existem medicamentos usados para amenizar o desconforto da saliva escassa. São três pares principais de glândulas e outras centenas de pequenas versões espalhadas pela boca que, juntas, produzem até 1,2 litro de saliva por dia — até que alguma coisa vá mal.<br
/> Segundo <a
href="http://www.blancaodontologia.com.br/equipe/">Gustavo Maluf</a>, dentista especializado em periodontia e pós-graduado em oncologia oral, os problemas que afetam as glândulas produtoras de saliva se dividem entre os inflamatórios — a caxumba é o mais conhecido deles — e os tumores. “Mas eles são raros, representam apenas 3% dos tumores de cabeça e pescoço”, tranquiliza. Nesse último caso, o diagnóstico costuma ser simples. “Geralmente, eles não dão dor, mas são fáceis de serem detectados. O principal sinal é o aumento de volume na região. Mas, como o nódulo não dói, as pessoas não procuram tratamento”, alerta Maluf. Ainda de acordo com o especialista, quando diagnosticados no início, as chances de cura completa são altas. “Mas, quanto maior o tumor, pior o prognóstico”, reforça. O diagnóstico pode ser feito por um médico, mas, como os pacientes costumam ter maior contato com os seus dentistas, também cabe a eles detectarem o problema e fazerem uma biópsia para saber se o caroço é maligno ou benigno.</p><p>&nbsp;</p><p><a
href="http://www.blancaodontologia.com.br/wp-content/uploads/2015/03/glandula_salivares_blanca.jpg" rel="lightbox[gallery-m9nl]"><img
class="alignnone size-full wp-image-310" src="http://www.blancaodontologia.com.br/wp-content/uploads/2015/03/glandula_salivares_blanca.jpg" alt="glandula_salivares_blanca" width="615" height="641" /></a></p><p>&nbsp;</p><p>Fonte: Carolina Samorano &#8211; Revista do CB</p><p>&nbsp;</p><p>O post <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br/pouca-saliva-pode-ser-sinal-de-inflamacoes-ou-tumores/">Pouca saliva pode ser sinal de inflamações ou tumores</a> apareceu primeiro em <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br">Blanca Odontologia</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.blancaodontologia.com.br/pouca-saliva-pode-ser-sinal-de-inflamacoes-ou-tumores/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Mulheres e os problemas bucais</title><link>http://www.blancaodontologia.com.br/mulheres-e-os-problemas-bucais/</link> <comments>http://www.blancaodontologia.com.br/mulheres-e-os-problemas-bucais/#comments</comments> <pubDate>Tue, 03 Mar 2015 18:48:28 +0000</pubDate> <dc:creator><![CDATA[blancaodontousuario]]></dc:creator> <category><![CDATA[Dicas]]></category> <category><![CDATA[Notícias]]></category> <category><![CDATA[antisépticos sem álcool]]></category> <category><![CDATA[Dia da Mulher]]></category> <category><![CDATA[halitose]]></category> <category><![CDATA[higiene bucal]]></category> <category><![CDATA[menopausa]]></category> <category><![CDATA[odontologia e câncer]]></category> <category><![CDATA[oncologia]]></category> <category><![CDATA[tratamento de câncer]]></category> <category><![CDATA[tratamento oncológico]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://www.blancaodontologia.com.br/?p=306</guid> <description><![CDATA[<p
class="p1">Já é sabido que a saúde bucal interfere diretamente na saúde geral de cada um de nós, mas as mulheres devem tomar muito mais cuidado com os problemas bucais. A gengivite, por exemplo, é uma inflamação na gengiva causada ...</p><p>O post <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br/mulheres-e-os-problemas-bucais/">Mulheres e os problemas bucais</a> apareceu primeiro em <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br">Blanca Odontologia</a>.</p> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
class="p1"><span
class="s1">Já é sabido que a saúde bucal interfere diretamente na saúde geral de cada um de nós, mas as mulheres devem tomar muito mais cuidado com os problemas bucais. A gengivite, por exemplo, é uma inflamação na gengiva causada por bactérias, que podem cair na corrente sanguínea e tomar proporções muito maiores.</span></p><p
class="p1"><span
class="s1">As mudanças nos níveis de hormônio das mulheres fazem com que elas sejam mais propensas a desenvolver várias doenças. As mudanças nos níveis de hormônio que ocorrem na puberdade, na menstruação e gravidez tornam as gengivas mais sensíveis à placa bacteriana.</span></p><p
class="p1"><span
class="s1">Durante o período menstrual, algumas mulheres podem notar sangramento na boca e inchaço. Os anticoncepcionais orais podem predispor a inflamação da gengiva. Já durante a gravidez é mais comum que se desenvolva a gengivite, por isso é importante o acompanhamento odontológico. Mas lembre-se sempre para iniciar a inflamação da gengiva precisa de ter a placa bacteriana.</span></p><p
class="p1"><span
class="s1">Em outra fase, as mulheres que estão na menopausa podem notar gengiva mais avermelhada e inflamada, além de sensação de desconforto, sensação de ardência e boca seca. Existem pesquisas realizadas pela Academia Americana de Periodontia mostram uma relação da osteoporose e a doença periodontal acelerando o processo de perda de estrutura óssea ao redor dos dentes. Muitas medicações para o tratamento da osteoporose que são da família dos Bisfosfonatos e Denosumab podem gerar necrose óssea conhecida como Osteonecrose dos Maxilares Relacionados com Medicamentos (OMRM), que é a morte do osso da maxila e mandíbula, por isso nesse período é importante o cuidado odontológico.</span></p><p
class="p1"><span
class="s1">Outras doenças – Os problemas cardíacos são desenvolvidos com maior frequência em indivíduos com gengivite e periodontite, assim como o derrame ou acidente vascular cerebral (AVC) tem ligação com infecções bucais. Doenças nas vias respiratórias, como pneumonia, podem ser causadas por bactérias que se desenvolveram na boca.</span></p><p>O post <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br/mulheres-e-os-problemas-bucais/">Mulheres e os problemas bucais</a> apareceu primeiro em <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br">Blanca Odontologia</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.blancaodontologia.com.br/mulheres-e-os-problemas-bucais/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Pacientes Podem Realizar Implante Dentário Após Tratamento de Câncer?</title><link>http://www.blancaodontologia.com.br/pacientes-podem-realizar-implante-dentario-apos-tratamento-de-cancer/</link> <comments>http://www.blancaodontologia.com.br/pacientes-podem-realizar-implante-dentario-apos-tratamento-de-cancer/#comments</comments> <pubDate>Mon, 10 Nov 2014 22:24:38 +0000</pubDate> <dc:creator><![CDATA[blancaodontousuario]]></dc:creator> <category><![CDATA[Odontologia no tratamento de câncer]]></category> <category><![CDATA[laserterapia]]></category> <category><![CDATA[oncologia]]></category> <category><![CDATA[quimioterapia]]></category> <category><![CDATA[radioterapia]]></category> <category><![CDATA[tratamento de câncer]]></category> <category><![CDATA[tratamento oncológico]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://www.blancaodontologia.com.br/?p=214</guid> <description><![CDATA[<p>Quando o paciente inicia o tratamento quimioterápico é necessário passar pelo dentista para realizar uma avaliação e saber se é possível fazer um implante dentário</p><p>Levar a vida de maneira similar àquela que se tinha antes do diagnóstico de câncer é ...</p><p>O post <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br/pacientes-podem-realizar-implante-dentario-apos-tratamento-de-cancer/">Pacientes Podem Realizar Implante Dentário Após Tratamento de Câncer?</a> apareceu primeiro em <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br">Blanca Odontologia</a>.</p> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quando o paciente inicia o tratamento quimioterápico é necessário passar pelo dentista para realizar uma avaliação e saber se é possível fazer um implante dentário</strong></p><p>Levar a vida de maneira similar àquela que se tinha antes do diagnóstico de câncer é a forma ideal de enfrentar a doença, desde que observados eventuais cuidados prescritos pelo médico assistente. No caso de intervenção odontológica, em especial do implante dentário, há boas chances do procedimento ser realizado mesmo após o tratamento oncológico.</p><p>De acordo com Dr. Gustavo Maluf, dentista dedicado à odontologia oncológica, quando o paciente inicia o tratamento quimioterápico deve ser encaminhado ao dentista para realizar uma avaliação, independente de sintomas. “O objetivo é remover eventuais focos de infecção que podem oferecer riscos diante da queda imunológica, natural no tratamento do câncer. Aqueles que já se encontravam em processo de implantação dentária e pessoas que necessitam iniciá-lo terão seus casos analisados criteriosamente para verificar se estão aptos ao procedimento cirúrgico. Se houver necessidade de realizar implantes, é preciso esperar a conclusão do tratamento oncológico”, afirma.</p><p>O Que Observar &#8211; A quimioterapia administrada antes e depois da instalação dos implantes afeta significativamente o sucesso dos mesmos. No caso da radioterapia realizada em um período de 2 a 6 meses próximos à instalação dos implantes ou, passado alguns anos, as chances de insucesso são altas. O paciente pode ficar limitado a não utilizar implante pelo resto da vida, contudo, dependendo do resultado da avaliação do especialista, poderá ter chances de realizar o implante. Pode ocorrer no paciente, além da perda de implante, a chamada necrose óssea – lesão irreversível proveniente da radiação, que chega a atingir 15% dos pacientes.</p><p>Aqueles que receberam quimioterápicos oriundos dos bifosfonatos têm um grande risco de desenvolver necrose nos ossos da maxila e da mandíbula. “Os bifosfonatos ficam por muitos anos no organismo e não são utilizados somente em quimioterapia, podem ser usados também em pessoas com osteoporose ou osteopenia”, alerta Dr. Maluf. De acordo com estudos científicos, a necrose nos ossos decorrente dos bifosfonatos chega a 12% e esses podem ficar limitados a colocação de implantes e a outras intervenções cirúrgicas odontológicas.</p><p>Para ter sucesso na instalação dos implantes em pacientes após tratamento contra o câncer é preciso muito cuidado e dedicação. “É necessário passar por um dentista com experiência na área, para que possa planejar e executar tais procedimentos, diminuindo assim as chances de complicações”, conclui o especialista.</p><p>* Mais sobre Dr. Gustavo Maluf Dr. Gustavo Maluf atua na área de Odontologia Oncológica. Mestre e especialista em Periodontia e Implantodontia, realizou estágio no Hospital AC Camargo (SP) e é credenciado em Laser pela USP. É referência no atendimento a pacientes em tratamento de câncer antes, durante e após quimioterapia e radioterapia de cabeça e pescoço. É professor em cursos de pós-graduação.</p><p>&nbsp;</p><p>Fonte: http://www.dfagora.com.br</p><p>O post <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br/pacientes-podem-realizar-implante-dentario-apos-tratamento-de-cancer/">Pacientes Podem Realizar Implante Dentário Após Tratamento de Câncer?</a> apareceu primeiro em <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br">Blanca Odontologia</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.blancaodontologia.com.br/pacientes-podem-realizar-implante-dentario-apos-tratamento-de-cancer/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>O que é mucosite?</title><link>http://www.blancaodontologia.com.br/o-que-e-mucosite/</link> <comments>http://www.blancaodontologia.com.br/o-que-e-mucosite/#comments</comments> <pubDate>Tue, 04 Nov 2014 17:11:51 +0000</pubDate> <dc:creator><![CDATA[blancaodontousuario]]></dc:creator> <category><![CDATA[Dicas]]></category> <category><![CDATA[Odontologia no tratamento de câncer]]></category> <category><![CDATA[cirurgião-dentista]]></category> <category><![CDATA[higiene bucal]]></category> <category><![CDATA[laserterapia]]></category> <category><![CDATA[mucosite]]></category> <category><![CDATA[oncologia]]></category> <category><![CDATA[quimioterapia]]></category> <category><![CDATA[radioterapia]]></category> <category><![CDATA[tratamento oncológico]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://www.blancaodontologia.com.br/blanca/?p=52</guid> <description><![CDATA[<p>A mucosite é uma reação tóxica inflamatória que afeta o trato gastrintestinal da boca ao ânus, que pode ocorrer por exposição a agentes quimioterápicos (quimioterapia) ou radiação ionizante (radioterapia). Na cavidade oral esta toxicidade sobre as células epiteliais, levam à ...</p><p>O post <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br/o-que-e-mucosite/">O que é mucosite?</a> apareceu primeiro em <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br">Blanca Odontologia</a>.</p> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>A mucosite é uma reação tóxica inflamatória que afeta o trato gastrintestinal da boca ao ânus, que pode ocorrer por exposição a agentes quimioterápicos (quimioterapia) ou radiação ionizante (radioterapia). Na cavidade oral esta toxicidade sobre as células epiteliais, levam à descamação. Como a reposição celular está comprometida devido ao tratamento oncológico, ocorre exposição do tecido conjuntivo subjacente, aonde se localizam vasos sanguíneos, vasos linfáticos e feixes nervosos; desencadeando dor intensa, ulcerações, dificuldade de alimentação e fala. Estas complicações exigem um uso de maior quantidade de antibióticos, aumento do período de internação e aumento do risco de bacteremia, ou seja, infecções. Na presença de neutropenia, a mucosite severa também pode predispor os pacientes à septicemia (infecção generalizada). A mucosite severa parece estar associada a um aumento da incidência de bacteremia e mortalidade. A associação da mucosite com a bacteremia mostra a importância da boca como sentinela para mudanças clínicas em outros órgãos.</p><p>A presença do Cirurgião Dentista no preparo do paciente para o tratamento oncológico, bem como sua colaboração no diagnóstico precoce e correto das manifestações orais, podem contribuir positivamente para o sucesso do tratamento multidisciplinar do paciente oncológico.</p><p>A mucosite ocorre com freqüência em pacientes submetidos ao tratamento oncológico para os diversos tipos de tumores do trato gastrointestinal (boca, estomago, cólon, reto, etc) e leucemias. Os de maior risco são aqueles submetidos ao transplante de medula óssea. Algumas condições orais podem ser consideradas de risco para complicações infecciosas como: cálculos salivares, raízes residuais, abscessos periapicais crônicos, dentes cariados, restaurações infiltradas, doença periodontal e aparelhos protéticos. Colonização bacteriana e fúngica de cálculos dentais, placa bacteriana, polpa dental, restos radiculares, bolsas periodontais, lesões de periápice e próteses removíveis constituem um reservatório de organismos patogênicos e oportunistas que podem desencadear infecções durante episódios de imunossupressão ou neutropenia.</p><h3>Como saber se estou com mucosite?</h3><p>Os sinais e sintomas mais precoces da mucosite oral incluem eritema (vermelhidão) e edema (inchaço), sensação de queimação, e um aumento da sensibilidade a alimentos quentes e condimentados. A mucosite inicia-se de 2 a 10 dias após a quimioterapia ou após 10 dias de radioterapia de cabeça e pescoço.</p><p>Clinicamente a mucosite apresenta-se como um eritema, ardência bucal, lesões ulcerativas (feridas) às vezes sangrantes, comprometendo principalmente lábios, língua, mucosas, gengivas, garganta, qualidade da saliva e da voz, dor, dificuldade em deglutir, incapacidade de se alimentar. Esses sintomas podem desencadear alterações psicosociais como depressão e estresse tornando os pacientes mais vulneráveis a efeitos adversos como ansiedade e necessidade de terapia com morfina durante o tratamento.</p><p>Ocorre em 75% a 100% nos casos de transplante de medula óssea e leucemias. Na maioria delas apresenta-se da forma mais grave.</p><h3>Quem pode ter mucosite?</h3><p>A mucosite é mais comum nos pacientes que necessitam de transplante de medula óssea. Ocorre também nos tratamentos oncológicos que necessitam de altas doses de quimioterapia como os tumores do aparelho digestivo (da boca ao ânus, por exemplo estômago e cólon), leucemias e câncer na região de cabeça e pescoço com indicação de radioterapia.</p><p>A dose e o tipo de quimioterápico são considerados. Alguns possuem maior maior capacidade de desencadear a mucosite.</p><p>A radioterapia de cabeça e pescoço tem uma incidência elevada de mucosite.</p><h3>Como prevenir a mucosite oral?</h3><p>Assim que você recebe o diagnóstico de câncer, a primeira coisa a fazer é perguntar sobre o tratamento:</p><ul><li>quimioterapia: quantas sessões, que drogas serão utilizadas, tempo de tratamento;</li><li>radioterapia: qual área será irradiada, dose total, número de sessões;</li><li>cirurgia: cuidados pós operatórios.</li></ul><p>Se recebeu o diagnóstico de leucemia, câncer de cabeça e pescoço ou no aparelho digestivo; a primeira coisa a fazer após falar com um oncologista sobre o seu tratamento é procurar um cirurgião dentista. Dê preferência àqueles que já trataram pacientes oncológicos, já que necessitamos de um profissional especializado.</p><p>Esse profissional fará uma avaliação da saúde bucal: presença de cárie, doença periodontal, tártaro, etc. Nessa fase é importante realizar uma radiografia panorâmica para verificar a presença de focos infecciosos. Após a eliminação de todos os focos infecciosos tem que haver uma recomendação de higienização e cuidados bucais gerais durante o tratamento oncológico.</p><p>A laserterapia diminuem a incidência e a gravidade da mucosite.</p><h3>Estou com mucosite. E agora?</h3><p>O tratamento efetivo para a mucosite é a laserterapia associada com colutórios. O que podemos fazer é somente diminuir os danos. Medicamentos contra a dor podem auxiliar e esta é a forma mais comum das instituições (hospitais, clínicas, etc) cuidarem do problema. Porém, nessa fase a laserterapia também pode ser utilizada com o objetivo de analgesia (diminuição da dor) e para diminuir a inflamação. Os resultados são melhores do que quando usamos somente medicamentos, e com a vantagem de não causar nenhum efeito colateral.</p><p>O acompanhamento de um cirurgião dentista é muito importante nessa fase, pois esse terá que indicar maneiras para uma higienização bucal que não cause um trauma maior mas que previnam a contaminação das feridas ocasionadas na mucosite. A contaminação dessas feridas pode causar uma infecção maior em qualquer parte do organismo, gerando febre e, em último caso, septicemia.</p><p>Caso deseje mais informações sobre o diagnóstico e tratamento para mucosite, queira por gentileza entrar em contato.</p><p>O post <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br/o-que-e-mucosite/">O que é mucosite?</a> apareceu primeiro em <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br">Blanca Odontologia</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.blancaodontologia.com.br/o-que-e-mucosite/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Orientações odontológicas para paciente em tratamento oncológico</title><link>http://www.blancaodontologia.com.br/orientacoes-odontologicas-para-paciente-em-tratamento-oncologico/</link> <comments>http://www.blancaodontologia.com.br/orientacoes-odontologicas-para-paciente-em-tratamento-oncologico/#comments</comments> <pubDate>Tue, 04 Nov 2014 17:02:14 +0000</pubDate> <dc:creator><![CDATA[blancaodontousuario]]></dc:creator> <category><![CDATA[Dicas]]></category> <category><![CDATA[Odontologia no tratamento de câncer]]></category> <category><![CDATA[Tratamentos Odontológicos]]></category> <category><![CDATA[oncologia]]></category> <category><![CDATA[tratamento de câncer]]></category> <category><![CDATA[tratamento oncológico]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://www.blancaodontologia.com.br/blanca/?p=48</guid> <description><![CDATA[<p>Hábitos alimentares menos cariogênicos;<br
/> Rigorosa profilaxia dental;<br
/> Reavaliações freqüentes e tratamento odontológico adequado para cada fase;<br
/> Aplicações tópicas de flúor, tomando as devidas precauções, pois o flúor pode causar mais náuseas, e nos casos em que há mucosite estas aplicações devem ser adiadas, ...</p><p>O post <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br/orientacoes-odontologicas-para-paciente-em-tratamento-oncologico/">Orientações odontológicas para paciente em tratamento oncológico</a> apareceu primeiro em <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br">Blanca Odontologia</a>.</p> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<ul><li>Hábitos alimentares menos cariogênicos;</li><li>Rigorosa profilaxia dental;</li><li>Reavaliações freqüentes e tratamento odontológico adequado para cada fase;</li><li>Aplicações tópicas de flúor, tomando as devidas precauções, pois o flúor pode causar mais náuseas, e nos casos em que há mucosite estas aplicações devem ser adiadas, pois o flúor aumenta o desconforto;</li><li>Para portadores de próteses totais ou parciais, recomenda-se a restrição de seu uso durante o período de tratamento, exceto quando estas tiverem a função de obturadores;</li><li>Rigorosa higienização das próteses;</li><li>Utilização de soro fisiológico a 0,9%, em pacientes com pouca sensibilidade uso de cremes dentais infantis;</li><li>Minucioso acompanhamento odontológico pós tratamento oncológico, a fim de identificar e/ou prevenir os efeitos tardios da radioterapia.</li><li>Se a escova incomodar, use um cotonete para a limpeza dentária até ser possível o uso de uma escova inicialmente com cerdas extra macias e depois com cerdas macias.</li><li>Retire e limpe as dentaduras entre as refeições.</li><li>Mantenha os lábios umedecidos;</li><li>Procure seguir uma dieta rica em proteínas e vitaminas;</li><li>Beba líquidos durante as refeições, para umedecer os alimentos e facilitar a deglutição;</li><li>Procure chupar pedaços de gelo, balas e mascar chicletes sem açúcar;</li><li>Aos alimentos sólidos, junte sempre líquidos (molhos e iogurte);</li></ul><p><strong>Evite:</strong></p><ul><li>Escovas de dentes duras ou ásperas</li><li>Produtos comerciais para gargarejos (pois contém álcool)</li><li>Frutas cítricas (laranja, limão, tangerina, tomate) ou o suco dessas frutas. Prefira suco de pêssego, ameixa, maracujá, caju, pêras e evite refrigerante ou água com gás</li><li>Alimentos duros ou ásperos</li><li>Alimentos quentes ou muito temperados</li><li>Lamber os lábios (pode aumentar a secura na boca e provocar rachaduras)</li><li>Fumar</li><li>Bebidas alcoólicas</li></ul><p>O post <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br/orientacoes-odontologicas-para-paciente-em-tratamento-oncologico/">Orientações odontológicas para paciente em tratamento oncológico</a> apareceu primeiro em <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br">Blanca Odontologia</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.blancaodontologia.com.br/orientacoes-odontologicas-para-paciente-em-tratamento-oncologico/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Saúde bucal na luta contra o câncer</title><link>http://www.blancaodontologia.com.br/saude-bucal-na-luta-contra-o-ca%cc%82ncer/</link> <comments>http://www.blancaodontologia.com.br/saude-bucal-na-luta-contra-o-ca%cc%82ncer/#comments</comments> <pubDate>Wed, 18 Jan 2012 19:25:28 +0000</pubDate> <dc:creator><![CDATA[blancaodontousuario]]></dc:creator> <category><![CDATA[Imprensa]]></category> <category><![CDATA[Odontologia no tratamento de câncer]]></category> <category><![CDATA[Tratamentos Odontológicos]]></category> <category><![CDATA[odontologia e câncer]]></category> <category><![CDATA[quimioterapia]]></category> <category><![CDATA[tratamento de câncer]]></category> <category><![CDATA[tratamento odontológico]]></category> <category><![CDATA[tratamento oncológico]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://www.blancaodontologia.com.br/?p=247</guid> <description><![CDATA[<p>Por Gláucia Chaves</p><p>De modo geral, além da cirurgia, o tratamento contra o câncer pode envolver sessões de quimioterapia, radioterapia e transplante de medula óssea. Únicas maneiras de tratar a doença, os procedimentos são agressivos e provocam diversos efeitos colaterais. O ...</p><p>O post <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br/saude-bucal-na-luta-contra-o-ca%cc%82ncer/">Saúde bucal na luta contra o câncer</a> apareceu primeiro em <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br">Blanca Odontologia</a>.</p> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><em>Por <strong>Gláucia Chaves</strong></em></p><p>De modo geral, além da cirurgia, o tratamento contra o câncer pode envolver sessões de quimioterapia, radioterapia e transplante de medula óssea. Únicas maneiras de tratar a doença, os procedimentos são agressivos e provocam diversos efeitos colaterais. O paciente precisa lidar com incômodos que surgem em decorrência das sessões, como febre, cansaço extremo, perda de apetite e dificuldade para ingerir alimentos. Embora seja, muitas vezes, negligenciada por pacientes e até mesmo pela equipe médica, a boca também sofre com os efeitos dos medicamentos, e é uma parte do corpo que merece cuidados redobrados. Segundo Gustavo Maluf, especialista na chamada odontologia oncológica, visitas regulares ao dentista reduzem pela metade a severidade e a duração de úlceras bucais, comuns em pacientes com câncer.</p><p>Maluf explica que o objetivo principal do dentista que trabalha com médicos envolvidos nos tratamentos contra o câncer é prevenir infecções e outras possíveis complicações que colocam o paciente em risco. “Muitos medicamentos têm de 50% a 60% de chances de ocasionar problemas na cavidade bucal”, estima. Grande parte desses problemas é causada pela mucosite, uma reação tóxica inflamatória a agentes quimioterápicos ou radiação constituída por úlceras que surgem em grande quantidade e provocam dor intensa ao paciente — e que atingem 90% dos indivíduos em tratamento. “Em casos sérios, essas úlceras podem ter até 2cm”, completa. “Com dificuldade para se alimentar, alguns pacientes chegam a perder 20kg, 30kg e precisam suspender o tratamento.”</p><p>Com leucemia desde 2010, o estudante Lucas Godoy, 18 anos, sabe bem a importância das visitas regulares ao dentista. Os quimioterápicos fizeram com que aftas aparecessem na boca do rapaz. Mesmo com o incômodo, entretanto, ele confessa que só procurou o dentista quando os machucados evoluíram para úlceras. “Cheguei a ficar internado por causa de uma delas”, lembra. Lucas precisou ir ao hospital diariamente para cuidar dos ferimentos. “O dentista aplicou laser para que elas sumissem. Doíam bastante, principalmente as maiores.” Atualmente, o jovem está na fase de quimioterapia de manutenção, em que precisa tomar remédios de três em três meses. Mesmo assim, ele conta que não é incentivado a ir ao dentista regularmente. “Não vejo muitos médicos que recomendam isso sempre, mas acho que é por conta dos efeitos colaterais, que não aparecem em todo mundo.”</p><p>Uma vez que a interrupção do tratamento traz riscos óbvios para o paciente, Gustavo Maluf frisa que o acompanhamento odontológico deve ser feito antes, durante e após a químio e a radioterapia. Segundo ele, o sistema imunológico comprometido por conta da doença e a higienização incorreta dos dentes são o começo de uma perigosa bola de neve que pode colocar a perder tudo o que foi feito pela equipe médica. A falta de higienização faz com que as bactérias aumentem. Com as defesas do corpo debilitadas, os pacientes tornam-se, então, muito mais suscetíveis a infecções — com machucados que impedem a higienização correta da boca. “Metade desses pacientes corre o risco de ter septicemia, infecções generalizadas que levam a óbito”, alerta o dentista, que cita a xerostomia (falta de saliva) e a candidíase (popularmente chamada de sapinho) como outros efeitos colaterais comuns na rotina de pessoas em tratamento oncológico.</p><blockquote><p>“Não basta ter várias especialidades (atendendo o paciente), é importante que elas se comuniquem, que haja diálogo entre farmacêuticos, dentistas, psicólogos, oncologistas e demais profissionais”<br
/> Anderson Silvestrini, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica</p></blockquote><p><strong>Multidisciplinar</strong><br
/> Anderson Silvestrini, oncologista clínico do Grupo Acreditar e presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), diz que uma equipe médica multidisciplinar é indispensável durante o tratamento. “Não basta ter várias especialidades (atendendo o paciente), é importante que elas se comuniquem, que haja diálogo entre farmacêuticos, dentistas, psicólogos, oncologistas e demais profissionais”, reforça. Sem essa interseção, uma simples cárie não tratada pode se transformar em um abcesso (acúmulo de pus ao redor da raiz do dente) e, mais tarde, em uma infecção. Por isso, o primeiro olhar do dentista (preferencialmente, antes de o tratamento oncológico começar) deve ser minucioso para descartar cáries, gengivites ou feridas na boca.</p><p>Mais que minimizar o desconforto e evitar doenças decorrentes das complicações bucais, Silvestrini salienta que um bom acompanhamento odontológico previne outras enfermidades que as pessoas nem sempre sabem que são ocasionadas por problemas bucais. “Além dos riscos de infecções do câncer, há o perigo de doenças cardiológicas, como a endocardite (inflamação de estruturas internas do coração)”, detalha. O médico explica que a prevenção e o acompanhamento constante da evolução do quadro dentário do paciente são feitos com a ajuda da laserterapia, tratamento em que as ondas de luz tratam as lesões e fazem com que os machucados sarem mais rapidamente.</p><p>Hematologista do Grupo Acreditar, Paulo Soares explica que até mesmo a força usada pelo dentista no trato com pacientes oncológicos pode influenciar os resultados da intervenção. “O tratamento do mieloma múltiplo, por exemplo, é feito com medicações que endurecem os ossos e acabam provocando uma destruição óssea”, diz. “Os pacientes podem ter a mandíbula destruída, porque os ossos enrijecidos ficam menos plásticos, com menor capacidade de mudança.” Por conta dessa fragilidade, chamada osteonecrose avascular da mandíbula ou ainda necrose asséptica de mandíbula, o tecido ósseo da cavidade oral fica exposto e torna-se infectado rapidamente. “O dentista tem que ser mais ‘conservador’ ao mexer na boca de um paciente com mieloma múltiplo”, resume. “Ele não pode fazer grandes procedimentos, pois o paciente pode perder a mandíbula.”</p><p>O aposentado Hamilton Souza Silva, 75 anos, luta contra o mieloma múltiplo e, por conta da medicação, sofreu com a exposição óssea na boca. Mesmo quando parou de tomar o remédio que causou a complicação, ele conta que um dente ficou infeccionado. “Fui ao dentista e ele achou melhor tirar o resto dos dentes também”, detalha. Desde o ano passado, quando o câncer reapareceu após um hiato de sete anos, Hamilton diz que não sabia da importância do acompanhamento odontológico na rotina dos tratamentos. “Só fui ao dentista quando comecei a sentir dor, mas nenhum médico me encaminhou direto”, alega.</p><p>Procurar um profissional sério, naturalmente, também é um fator decisivo para que tanto o tratamento odontológico quanto o oncológico seja eficiente. Um erro de interpretação fez com que um abcesso cervical de Joaquina Rosa Basílio, 57 anos, fosse confundido com um câncer. A feirante conta que tudo começou com tratamento de canal mal feito (retirada de um tecido na parte interna da polpa do dente). “Tive um abcesso enorme no pescoço, abaixo do queixo, e foi aquela correria, fiquei desesperada”, descreve. Após vários exames, o resultado da biópsia, negativo para câncer, alivou Joaquina. “O problema estava acontecendo há anos e não aparecia em nenhum exame. Quando realmente cresceu demais, os médicos descobriram que eram os dentes os causadores de tudo isso.”</p><p><em>Matéria publicada no Caderno Saúde do Jornal Correio Braziliense de 17 de janeiro de 2012.</em><br
/> <a
href="http://www.blancaodontologia.com.br/wp-content/uploads/2014/11/materia-saude-bucal-na-luta-contra-o-cancer-correio-braziliense-17.01.2012.pdf" target="_blank">Faça o donwload da matéria &#8220;Saúde bucal na luta contra o câncer&#8221;</a></p><p>O post <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br/saude-bucal-na-luta-contra-o-ca%cc%82ncer/">Saúde bucal na luta contra o câncer</a> apareceu primeiro em <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br">Blanca Odontologia</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.blancaodontologia.com.br/saude-bucal-na-luta-contra-o-ca%cc%82ncer/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Quem sofre com algum tipo de câncer precisa redobrar os cuidados com a higiene bucal</title><link>http://www.blancaodontologia.com.br/cuidados-com-a-higiene-bucal-cancer/</link> <comments>http://www.blancaodontologia.com.br/cuidados-com-a-higiene-bucal-cancer/#comments</comments> <pubDate>Mon, 10 Oct 2011 20:45:14 +0000</pubDate> <dc:creator><![CDATA[blancaodontousuario]]></dc:creator> <category><![CDATA[Imprensa]]></category> <category><![CDATA[Odontologia no tratamento de câncer]]></category> <category><![CDATA[Tratamentos Odontológicos]]></category> <category><![CDATA[odontologia e câncer]]></category> <category><![CDATA[oncologia]]></category> <category><![CDATA[tratamento de câncer]]></category> <category><![CDATA[tratamento oncológico]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://www.blancaodontologia.com.br/?p=254</guid> <description><![CDATA[<p>Todas as alterações bucais que aparecem nos adultos, por conta da doença, também ocorrem com os pequenos. Contudo, esses sofrem mais pois correm o risco de sequelas tardias – isso porque os tecidos que estão em desenvolvimento podem ser afetados.</p><p>Segundo ...</p><p>O post <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br/cuidados-com-a-higiene-bucal-cancer/">Quem sofre com algum tipo de câncer precisa redobrar os cuidados com a higiene bucal</a> apareceu primeiro em <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br">Blanca Odontologia</a>.</p> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Todas as alterações bucais que aparecem nos adultos, por conta da doença, também ocorrem com os pequenos. Contudo, esses sofrem mais pois correm o risco de sequelas tardias – isso porque os tecidos que estão em desenvolvimento podem ser afetados.</p><p>Segundo o IBGE, dois em cada mil adultos venceram um câncer infantil. Efeitos Colaterais – Dos pacientes submetidos à quimioterapia, cerca de 40% desenvolvem efeitos colaterais bucais – esse número alcança 90% em crianças abaixo dos 12 anos.</p><p>Quando recebem o tratamento radioterápico na região de cabeça e pescoço e/ou quimioterapia podem apresentar alterações do desenvolvimento dos ossos da maxila, má formação dos dentes e até mesmo falta de algum dente, erupção dentária alterada, entre outras sequelas permanentes.</p><p>Dr. Gustavo Maluf, dentista dedicado à odontologia oncológica, explica que as crianças com câncer são submetidas a tratamentos e medicamentos muito fortes, que desencadeiam mucosite, xerostomia (falta de saliva), candidíase (sapinho), entre outros problemas. Com o desconforto e a dor, os pequenos podem vivenciar dificuldade na hora de se alimentar, o que impacta diretamente o enfrentamento do câncer. Além disso, após sessão de quimioterapia, a resistência imunológica do paciente diminui. “Durante esse tempo, todo cuidado é pouco, pois a criança tem grande risco de desenvolver complicações bucais e septicemia (infecção generalizada)”, alerta o especialista.</p><p>Para evitar riscos desnecessários, oncologistas pediatras devem incluir a avaliação odontológica na etapa que antecede a administração de quimioterápicos e a radioterapia de cabeça e pescoço. É necessário também que os pais estabeleçam rigorosa higiene bucal utilizando soluções e produtos especializados. “Pode-se lançar mão de laser em baixa intensidade como forma de prevenção, minimizando as lesões bucais. Dessa forma, a criança terá mais qualidade de vida durante o tratamento oncológico”, afirma Dr. Gustavo Maluf.</p><blockquote><p>* Mais sobre Dr. Gustavo Maluf<br
/> Dr. Gustavo Maluf atua na área de Odontologia Oncológica. Mestre e especialista em Periodontia e Implantodontia, realizou estágio no Hospital AC Camargo (SP) e é credenciado em Laser pela USP. É referência no atendimento a pacientes em tratamento de câncer antes, durante e após quimioterapia e radioterapia de cabeça e pescoço. É professor em cursos de pós-graduação.</p></blockquote><p>Matéria do site DFAgora publicada em 07/10/2011.<br
/> Link: <a
href="http://www.dfagora.com.br/LerNoticia/615/quem-sofre-com-algum-tipo-de-cancer-precisa-redobrar-os-cuidados-com-a-higiene-bucal" target="_blank">http://www.dfagora.com.br/LerNoticia/615/quem-sofre-com-algum-tipo-de-cancer-precisa-redobrar-os-cuidados-com-a-higiene-bucal</a></p><p>O post <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br/cuidados-com-a-higiene-bucal-cancer/">Quem sofre com algum tipo de câncer precisa redobrar os cuidados com a higiene bucal</a> apareceu primeiro em <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br">Blanca Odontologia</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.blancaodontologia.com.br/cuidados-com-a-higiene-bucal-cancer/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Crianças em tratamento quimioterápico tem 90% de chances de desenvolver efeitos colaterais bucais</title><link>http://www.blancaodontologia.com.br/criancas-em-tratamento-quimioterapico-tem-90-de-chances-de-desenvolver-efeitos-colaterais-bucais/</link> <comments>http://www.blancaodontologia.com.br/criancas-em-tratamento-quimioterapico-tem-90-de-chances-de-desenvolver-efeitos-colaterais-bucais/#comments</comments> <pubDate>Fri, 07 Oct 2011 20:52:54 +0000</pubDate> <dc:creator><![CDATA[blancaodontousuario]]></dc:creator> <category><![CDATA[Imprensa]]></category> <category><![CDATA[Odontologia no tratamento de câncer]]></category> <category><![CDATA[odontologia e câncer]]></category> <category><![CDATA[oncologia]]></category> <category><![CDATA[tratamento de câncer]]></category> <category><![CDATA[tratamento de câncer em crianças]]></category> <category><![CDATA[tratamento oncológico]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://www.blancaodontologia.com.br/?p=257</guid> <description><![CDATA[<p>Quem sofre com algum tipo de câncer precisa redobrar os cuidados com a higiene bucal, principalmente as crianças. Todas as alterações bucais que aparecem nos adultos, por conta da doença, também ocorrem com os pequenos. Contudo, esses sofrem mais pois ...</p><p>O post <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br/criancas-em-tratamento-quimioterapico-tem-90-de-chances-de-desenvolver-efeitos-colaterais-bucais/">Crianças em tratamento quimioterápico tem 90% de chances de desenvolver efeitos colaterais bucais</a> apareceu primeiro em <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br">Blanca Odontologia</a>.</p> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Quem sofre com algum tipo de câncer precisa redobrar os cuidados com a higiene bucal, principalmente as crianças. Todas as alterações bucais que aparecem nos adultos, por conta da doença, também ocorrem com os pequenos. Contudo, esses sofrem mais pois correm o risco de sequelas tardias – isso porque os tecidos que estão em desenvolvimento podem ser afetados. Segundo o IBGE, dois em cada mil adultos venceram um câncer infantil.</p><p><strong>Efeitos Colaterais</strong> – Dos pacientes submetidos à quimioterapia, cerca de 40% desenvolvem efeitos colaterais bucais – esse número alcança 90% em crianças abaixo dos 12 anos. Quando recebem o tratamento radioterápico na região de cabeça e pescoço e/ou quimioterapia podem apresentar alterações do desenvolvimento dos ossos da maxila, má formação dos dentes e até mesmo falta de algum dente, erupção dentária alterada, entre outras sequelas permanentes.</p><p>Dr. Gustavo Maluf, dentista dedicado à odontologia oncológica, explica que as crianças com câncer são submetidas a tratamentos e medicamentos muito fortes, que desencadeiam mucosite, xerostomia (falta de saliva), candidíase (sapinho), entre outros problemas. Com o desconforto e a dor, os pequenos podem vivenciar dificuldade na hora de se alimentar, o que impacta diretamente o enfrentamento do câncer.</p><p>Além disso, após sessão de quimioterapia, a resistência imunológica do paciente diminui. “Durante esse tempo, todo cuidado é pouco, pois a criança tem grande risco de desenvolver complicações bucais e septicemia (infecção generalizada)”, alerta o especialista.</p><p><strong>Indicações</strong> – Para evitar riscos desnecessários, oncologistas pediatras devem incluir a avaliação odontológica na etapa que antecede a administração de quimioterápicos e a radioterapia de cabeça e pescoço. É necessário também que os pais estabeleçam rigorosa higiene bucal utilizando soluções e produtos especializados. “Pode-se lançar mão de laser em baixa intensidade como forma de prevenção, minimizando as lesões bucais. Dessa forma, a criança terá mais qualidade de vida durante o tratamento oncológico”, afirma Dr. Gustavo Maluf.</p><blockquote><p>* Mais sobre Dr. Gustavo Maluf<br
/> Dr. Gustavo Maluf atua na área de Odontologia Oncológica. Mestre e especialista em Periodontia e Implantodontia, realizou estágio no Hospital AC Camargo (SP) e é credenciado em Laser pela USP. É referência no atendimento a pacientes em tratamento de câncer antes, durante e após quimioterapia e radioterapia de cabeça e pescoço. É professor em cursos de pós-graduação.</p></blockquote><p>Matéria do site JorNow publicada em 07/10/2011.<br
/> Link: <a
href="http://www.jornow.com.br/jornow/noticia.php?idempresa=1082&amp;num_release=54191&amp;ori=P" target="_blank">http://www.jornow.com.br/jornow/noticia.php?idempresa=1082&amp;num_release=54191&amp;ori=P</a></p><p>O post <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br/criancas-em-tratamento-quimioterapico-tem-90-de-chances-de-desenvolver-efeitos-colaterais-bucais/">Crianças em tratamento quimioterápico tem 90% de chances de desenvolver efeitos colaterais bucais</a> apareceu primeiro em <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br">Blanca Odontologia</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.blancaodontologia.com.br/criancas-em-tratamento-quimioterapico-tem-90-de-chances-de-desenvolver-efeitos-colaterais-bucais/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Visita ao dentista deve integrar o preparo para tratamento oncológico</title><link>http://www.blancaodontologia.com.br/dentista-preparo-para-tratamento-oncologico/</link> <comments>http://www.blancaodontologia.com.br/dentista-preparo-para-tratamento-oncologico/#comments</comments> <pubDate>Thu, 22 Sep 2011 21:05:36 +0000</pubDate> <dc:creator><![CDATA[blancaodontousuario]]></dc:creator> <category><![CDATA[Imprensa]]></category> <category><![CDATA[Odontologia no tratamento de câncer]]></category> <category><![CDATA[odontologia e câncer]]></category> <category><![CDATA[oncologia]]></category> <category><![CDATA[tratamento de câncer]]></category> <category><![CDATA[tratamento oncológico]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://www.blancaodontologia.com.br/?p=260</guid> <description><![CDATA[<p>Na onda da integração de especialidades em busca de uma assistência que contemple as diferentes necessidades dos pacientes, a odontologia ganhou papel de destaque no tratamento oncológico. Se antes portadores de câncer eram encaminhados ao dentista somente diante de sintomas ...</p><p>O post <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br/dentista-preparo-para-tratamento-oncologico/">Visita ao dentista deve integrar o preparo para tratamento oncológico</a> apareceu primeiro em <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br">Blanca Odontologia</a>.</p> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Na onda da integração de especialidades em busca de uma assistência que contemple as diferentes necessidades dos pacientes, a odontologia ganhou papel de destaque no tratamento oncológico. Se antes portadores de câncer eram encaminhados ao dentista somente diante de sintomas específicos, hoje uma criteriosa avaliação da saúde bucal pode fazer total diferença no enfrentamento da doença.</p><p>“O acompanhamento antes, durante e após quimioterapia e radioterapia de cabeça e pescoço chega a reduzir em até 50% a severidade e a duração de úlceras que surgem na cavidade oral em decorrência de determinados tratamentos contra o câncer”, é o que revela Dr. Gustavo Maluf, dentista dedicado à odontologia oncológica. “‘Mais que causar profundo incômodo, a chamada mucosite – reação tóxica inflamatória que causa feridas, dor intensa, dificuldade de alimentação e fala – pode impossibilitar a continuidade da luta contra a doença. Ela atinge até 90% dos indivíduos em tratamento e pode ser debelada com aplicações de laser e medicações”, ressalta. A xerostomia (falta de saliva) e a candidíase (sapinho), efeitos colaterais das drogas usadas, também são tratados pelo especialista.</p><p>Além disso, focos de infecção bucal encontrados em boa parte dos indivíduos tornam-se uma ameaça quando o sistema imunológico está comprometido, o que ocorre durante a aplicação de determinados medicamentos e também no processo de transplante de medula óssea para combate à leucemia. “Nos casos mais agudos, uma doença periodontal pode conduzir à septicemia”, alerta Dr. Maluf.</p><p><strong>Prevenção e Monitoramento</strong> – Para evitar riscos desnecessários, oncologistas incluem a avaliação odontológica na etapa que antecede a administração de quimioterápicos e a radioterapia de cabeça e pescoço. “O dentista que atua nesse segmento verifica e trata os riscos pré-existentes – como infecções e lesões. Mas não é só isso: “Conhecendo o tipo tumor, o estágio da doença e o protocolo ao qual o paciente será submetido, adotamos um acompanhamento específico, com eventual uso de medicações e laserterapia”.</p><p>Não é incomum, que o Dr. Maluf seja chamado à UTI: “Quando o paciente está sob monitoramento intensivo, a última coisa que se necessita é uma complicação decorrente de infecções bucais. Na Terapia Intensiva, fazemos uso de medicações anti-sépticas, entre outros procedimentos”.</p><p><em>Fonte: Da redação do clicabrasilia.com.br</em><br
/> Matéria do site ClicaBrasília publicada em 22/09/2011.<br
/> Link: <a
href="http://www.clicabrasilia.com.br/site/noticia.php?id=366030" target="_blank">http://www.clicabrasilia.com.br/site/noticia.php?id=366030</a></p><p>O post <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br/dentista-preparo-para-tratamento-oncologico/">Visita ao dentista deve integrar o preparo para tratamento oncológico</a> apareceu primeiro em <a
rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br">Blanca Odontologia</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.blancaodontologia.com.br/dentista-preparo-para-tratamento-oncologico/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> </channel> </rss>