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> <channel><title>Blanca Odontologia &#187; odontologia e câncer</title> <atom:link href="http://www.blancaodontologia.com.br/topico/odontologia-e-cancer/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.blancaodontologia.com.br</link> <description>Clínica Odontológica Brasília/DF</description> <lastBuildDate>Wed, 22 Sep 2021 19:18:00 +0000</lastBuildDate> <language>pt-BR</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>https://wordpress.org/?v=4.0.38</generator> <item><title>Mulheres e os problemas bucais</title><link>http://www.blancaodontologia.com.br/mulheres-e-os-problemas-bucais/</link> <comments>http://www.blancaodontologia.com.br/mulheres-e-os-problemas-bucais/#comments</comments> <pubDate>Tue, 03 Mar 2015 18:48:28 +0000</pubDate> <dc:creator><![CDATA[blancaodontousuario]]></dc:creator> <category><![CDATA[Dicas]]></category> <category><![CDATA[Notícias]]></category> <category><![CDATA[antisépticos sem álcool]]></category> <category><![CDATA[Dia da Mulher]]></category> <category><![CDATA[halitose]]></category> <category><![CDATA[higiene bucal]]></category> <category><![CDATA[menopausa]]></category> <category><![CDATA[odontologia e câncer]]></category> <category><![CDATA[oncologia]]></category> <category><![CDATA[tratamento de câncer]]></category> <category><![CDATA[tratamento oncológico]]></category> <guid
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class="p1">Já é sabido que a saúde bucal interfere diretamente na saúde geral de cada um de nós, mas as mulheres devem tomar muito mais cuidado com os problemas bucais. A gengivite, por exemplo, é uma inflamação na gengiva causada ...</p><p>O post <a
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class="p1"><span
class="s1">Já é sabido que a saúde bucal interfere diretamente na saúde geral de cada um de nós, mas as mulheres devem tomar muito mais cuidado com os problemas bucais. A gengivite, por exemplo, é uma inflamação na gengiva causada por bactérias, que podem cair na corrente sanguínea e tomar proporções muito maiores.</span></p><p
class="p1"><span
class="s1">As mudanças nos níveis de hormônio das mulheres fazem com que elas sejam mais propensas a desenvolver várias doenças. As mudanças nos níveis de hormônio que ocorrem na puberdade, na menstruação e gravidez tornam as gengivas mais sensíveis à placa bacteriana.</span></p><p
class="p1"><span
class="s1">Durante o período menstrual, algumas mulheres podem notar sangramento na boca e inchaço. Os anticoncepcionais orais podem predispor a inflamação da gengiva. Já durante a gravidez é mais comum que se desenvolva a gengivite, por isso é importante o acompanhamento odontológico. Mas lembre-se sempre para iniciar a inflamação da gengiva precisa de ter a placa bacteriana.</span></p><p
class="p1"><span
class="s1">Em outra fase, as mulheres que estão na menopausa podem notar gengiva mais avermelhada e inflamada, além de sensação de desconforto, sensação de ardência e boca seca. Existem pesquisas realizadas pela Academia Americana de Periodontia mostram uma relação da osteoporose e a doença periodontal acelerando o processo de perda de estrutura óssea ao redor dos dentes. Muitas medicações para o tratamento da osteoporose que são da família dos Bisfosfonatos e Denosumab podem gerar necrose óssea conhecida como Osteonecrose dos Maxilares Relacionados com Medicamentos (OMRM), que é a morte do osso da maxila e mandíbula, por isso nesse período é importante o cuidado odontológico.</span></p><p
class="p1"><span
class="s1">Outras doenças – Os problemas cardíacos são desenvolvidos com maior frequência em indivíduos com gengivite e periodontite, assim como o derrame ou acidente vascular cerebral (AVC) tem ligação com infecções bucais. Doenças nas vias respiratórias, como pneumonia, podem ser causadas por bactérias que se desenvolveram na boca.</span></p><p>O post <a
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isPermaLink="false">http://www.blancaodontologia.com.br/?p=247</guid> <description><![CDATA[<p>Por Gláucia Chaves</p><p>De modo geral, além da cirurgia, o tratamento contra o câncer pode envolver sessões de quimioterapia, radioterapia e transplante de medula óssea. Únicas maneiras de tratar a doença, os procedimentos são agressivos e provocam diversos efeitos colaterais. O ...</p><p>O post <a
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/> Anderson Silvestrini, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica</p></blockquote><p><strong>Multidisciplinar</strong><br
/> Anderson Silvestrini, oncologista clínico do Grupo Acreditar e presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), diz que uma equipe médica multidisciplinar é indispensável durante o tratamento. “Não basta ter várias especialidades (atendendo o paciente), é importante que elas se comuniquem, que haja diálogo entre farmacêuticos, dentistas, psicólogos, oncologistas e demais profissionais”, reforça. Sem essa interseção, uma simples cárie não tratada pode se transformar em um abcesso (acúmulo de pus ao redor da raiz do dente) e, mais tarde, em uma infecção. Por isso, o primeiro olhar do dentista (preferencialmente, antes de o tratamento oncológico começar) deve ser minucioso para descartar cáries, gengivites ou feridas na boca.</p><p>Mais que minimizar o desconforto e evitar doenças decorrentes das complicações bucais, Silvestrini salienta que um bom acompanhamento odontológico previne outras enfermidades que as pessoas nem sempre sabem que são ocasionadas por problemas bucais. “Além dos riscos de infecções do câncer, há o perigo de doenças cardiológicas, como a endocardite (inflamação de estruturas internas do coração)”, detalha. O médico explica que a prevenção e o acompanhamento constante da evolução do quadro dentário do paciente são feitos com a ajuda da laserterapia, tratamento em que as ondas de luz tratam as lesões e fazem com que os machucados sarem mais rapidamente.</p><p>Hematologista do Grupo Acreditar, Paulo Soares explica que até mesmo a força usada pelo dentista no trato com pacientes oncológicos pode influenciar os resultados da intervenção. “O tratamento do mieloma múltiplo, por exemplo, é feito com medicações que endurecem os ossos e acabam provocando uma destruição óssea”, diz. “Os pacientes podem ter a mandíbula destruída, porque os ossos enrijecidos ficam menos plásticos, com menor capacidade de mudança.” Por conta dessa fragilidade, chamada osteonecrose avascular da mandíbula ou ainda necrose asséptica de mandíbula, o tecido ósseo da cavidade oral fica exposto e torna-se infectado rapidamente. “O dentista tem que ser mais ‘conservador’ ao mexer na boca de um paciente com mieloma múltiplo”, resume. “Ele não pode fazer grandes procedimentos, pois o paciente pode perder a mandíbula.”</p><p>O aposentado Hamilton Souza Silva, 75 anos, luta contra o mieloma múltiplo e, por conta da medicação, sofreu com a exposição óssea na boca. Mesmo quando parou de tomar o remédio que causou a complicação, ele conta que um dente ficou infeccionado. “Fui ao dentista e ele achou melhor tirar o resto dos dentes também”, detalha. Desde o ano passado, quando o câncer reapareceu após um hiato de sete anos, Hamilton diz que não sabia da importância do acompanhamento odontológico na rotina dos tratamentos. “Só fui ao dentista quando comecei a sentir dor, mas nenhum médico me encaminhou direto”, alega.</p><p>Procurar um profissional sério, naturalmente, também é um fator decisivo para que tanto o tratamento odontológico quanto o oncológico seja eficiente. Um erro de interpretação fez com que um abcesso cervical de Joaquina Rosa Basílio, 57 anos, fosse confundido com um câncer. A feirante conta que tudo começou com tratamento de canal mal feito (retirada de um tecido na parte interna da polpa do dente). “Tive um abcesso enorme no pescoço, abaixo do queixo, e foi aquela correria, fiquei desesperada”, descreve. Após vários exames, o resultado da biópsia, negativo para câncer, alivou Joaquina. “O problema estava acontecendo há anos e não aparecia em nenhum exame. Quando realmente cresceu demais, os médicos descobriram que eram os dentes os causadores de tudo isso.”</p><p><em>Matéria publicada no Caderno Saúde do Jornal Correio Braziliense de 17 de janeiro de 2012.</em><br
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href="http://www.blancaodontologia.com.br/wp-content/uploads/2014/11/materia-saude-bucal-na-luta-contra-o-cancer-correio-braziliense-17.01.2012.pdf" target="_blank">Faça o donwload da matéria &#8220;Saúde bucal na luta contra o câncer&#8221;</a></p><p>O post <a
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/> Dr. Gustavo Maluf atua na área de Odontologia Oncológica. Mestre e especialista em Periodontia e Implantodontia, realizou estágio no Hospital AC Camargo (SP) e é credenciado em Laser pela USP. É referência no atendimento a pacientes em tratamento de câncer antes, durante e após quimioterapia e radioterapia de cabeça e pescoço. É professor em cursos de pós-graduação.</p></blockquote><p>Matéria do site DFAgora publicada em 07/10/2011.<br
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href="http://www.dfagora.com.br/LerNoticia/615/quem-sofre-com-algum-tipo-de-cancer-precisa-redobrar-os-cuidados-com-a-higiene-bucal" target="_blank">http://www.dfagora.com.br/LerNoticia/615/quem-sofre-com-algum-tipo-de-cancer-precisa-redobrar-os-cuidados-com-a-higiene-bucal</a></p><p>O post <a
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/> Dr. Gustavo Maluf atua na área de Odontologia Oncológica. Mestre e especialista em Periodontia e Implantodontia, realizou estágio no Hospital AC Camargo (SP) e é credenciado em Laser pela USP. É referência no atendimento a pacientes em tratamento de câncer antes, durante e após quimioterapia e radioterapia de cabeça e pescoço. É professor em cursos de pós-graduação.</p></blockquote><p>Matéria do site JorNow publicada em 07/10/2011.<br
/> Link: <a
href="http://www.jornow.com.br/jornow/noticia.php?idempresa=1082&amp;num_release=54191&amp;ori=P" target="_blank">http://www.jornow.com.br/jornow/noticia.php?idempresa=1082&amp;num_release=54191&amp;ori=P</a></p><p>O post <a
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rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br">Blanca Odontologia</a>.</p> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Na onda da integração de especialidades em busca de uma assistência que contemple as diferentes necessidades dos pacientes, a odontologia ganhou papel de destaque no tratamento oncológico. Se antes portadores de câncer eram encaminhados ao dentista somente diante de sintomas específicos, hoje uma criteriosa avaliação da saúde bucal pode fazer total diferença no enfrentamento da doença.</p><p>“O acompanhamento antes, durante e após quimioterapia e radioterapia de cabeça e pescoço chega a reduzir em até 50% a severidade e a duração de úlceras que surgem na cavidade oral em decorrência de determinados tratamentos contra o câncer”, é o que revela Dr. Gustavo Maluf, dentista dedicado à odontologia oncológica. “‘Mais que causar profundo incômodo, a chamada mucosite – reação tóxica inflamatória que causa feridas, dor intensa, dificuldade de alimentação e fala – pode impossibilitar a continuidade da luta contra a doença. Ela atinge até 90% dos indivíduos em tratamento e pode ser debelada com aplicações de laser e medicações”, ressalta. A xerostomia (falta de saliva) e a candidíase (sapinho), efeitos colaterais das drogas usadas, também são tratados pelo especialista.</p><p>Além disso, focos de infecção bucal encontrados em boa parte dos indivíduos tornam-se uma ameaça quando o sistema imunológico está comprometido, o que ocorre durante a aplicação de determinados medicamentos e também no processo de transplante de medula óssea para combate à leucemia. “Nos casos mais agudos, uma doença periodontal pode conduzir à septicemia”, alerta Dr. Maluf.</p><p><strong>Prevenção e Monitoramento</strong> – Para evitar riscos desnecessários, oncologistas incluem a avaliação odontológica na etapa que antecede a administração de quimioterápicos e a radioterapia de cabeça e pescoço. “O dentista que atua nesse segmento verifica e trata os riscos pré-existentes – como infecções e lesões. Mas não é só isso: “Conhecendo o tipo tumor, o estágio da doença e o protocolo ao qual o paciente será submetido, adotamos um acompanhamento específico, com eventual uso de medicações e laserterapia”.</p><p>Não é incomum, que o Dr. Maluf seja chamado à UTI: “Quando o paciente está sob monitoramento intensivo, a última coisa que se necessita é uma complicação decorrente de infecções bucais. Na Terapia Intensiva, fazemos uso de medicações anti-sépticas, entre outros procedimentos”.</p><p><em>Fonte: Da redação do clicabrasilia.com.br</em><br
/> Matéria do site ClicaBrasília publicada em 22/09/2011.<br
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