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> <channel><title>Blanca Odontologia &#187; Imprensa</title> <atom:link href="http://www.blancaodontologia.com.br/categoria/imprensa/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.blancaodontologia.com.br</link> <description>Clínica Odontológica Brasília/DF</description> <lastBuildDate>Wed, 22 Sep 2021 19:18:00 +0000</lastBuildDate> <language>pt-BR</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>https://wordpress.org/?v=4.0.38</generator> <item><title>Pouca saliva pode ser sinal de inflamações ou tumores</title><link>http://www.blancaodontologia.com.br/pouca-saliva-pode-ser-sinal-de-inflamacoes-ou-tumores/</link> <comments>http://www.blancaodontologia.com.br/pouca-saliva-pode-ser-sinal-de-inflamacoes-ou-tumores/#comments</comments> <pubDate>Wed, 04 Mar 2015 14:10:34 +0000</pubDate> <dc:creator><![CDATA[blancaodontousuario]]></dc:creator> <category><![CDATA[curiosidades]]></category> <category><![CDATA[Dicas]]></category> <category><![CDATA[Imprensa]]></category> <category><![CDATA[caxumba]]></category> <category><![CDATA[Correio Braziliense]]></category> <category><![CDATA[glândulas salivares]]></category> <category><![CDATA[Gustavo Maluf]]></category> <category><![CDATA[mucocele]]></category> <category><![CDATA[saliva]]></category> <category><![CDATA[tratamento de câncer]]></category> <category><![CDATA[tratamento odontológico]]></category> <category><![CDATA[tratamento oncológico]]></category> <category><![CDATA[tumores]]></category> <guid
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/> Segundo <a
href="http://www.blancaodontologia.com.br/equipe/">Gustavo Maluf</a>, dentista especializado em periodontia e pós-graduado em oncologia oral, os problemas que afetam as glândulas produtoras de saliva se dividem entre os inflamatórios — a caxumba é o mais conhecido deles — e os tumores. “Mas eles são raros, representam apenas 3% dos tumores de cabeça e pescoço”, tranquiliza. Nesse último caso, o diagnóstico costuma ser simples. “Geralmente, eles não dão dor, mas são fáceis de serem detectados. O principal sinal é o aumento de volume na região. Mas, como o nódulo não dói, as pessoas não procuram tratamento”, alerta Maluf. Ainda de acordo com o especialista, quando diagnosticados no início, as chances de cura completa são altas. “Mas, quanto maior o tumor, pior o prognóstico”, reforça. O diagnóstico pode ser feito por um médico, mas, como os pacientes costumam ter maior contato com os seus dentistas, também cabe a eles detectarem o problema e fazerem uma biópsia para saber se o caroço é maligno ou benigno.</p><p>&nbsp;</p><p><a
href="http://www.blancaodontologia.com.br/wp-content/uploads/2015/03/glandula_salivares_blanca.jpg" rel="lightbox[gallery-ZdEs]"><img
class="alignnone size-full wp-image-310" src="http://www.blancaodontologia.com.br/wp-content/uploads/2015/03/glandula_salivares_blanca.jpg" alt="glandula_salivares_blanca" width="615" height="641" /></a></p><p>&nbsp;</p><p>Fonte: Carolina Samorano &#8211; Revista do CB</p><p>&nbsp;</p><p>O post <a
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isPermaLink="false">http://www.blancaodontologia.com.br/?p=236</guid> <description><![CDATA[<p>Recém nascidos e o combate a cárie.</p><p>Em entrevista à TV Bandeirantes, o Dr. Gustavo Maluf explicou como se dá a formação da cárie dentária e alertou sobre os cuidados com a boca dos bebês recém- nascidos.</p><p>Em relação às cáries, segundo ...</p><p>O post <a
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url="http://www.blancaodontologia.com.br/wp-content/uploads/2014/11/GustavoMalufBand.mp4" length="9547846" type="video/mp4" /> </item> <item><title>Saúde bucal na luta contra o câncer</title><link>http://www.blancaodontologia.com.br/saude-bucal-na-luta-contra-o-ca%cc%82ncer/</link> <comments>http://www.blancaodontologia.com.br/saude-bucal-na-luta-contra-o-ca%cc%82ncer/#comments</comments> <pubDate>Wed, 18 Jan 2012 19:25:28 +0000</pubDate> <dc:creator><![CDATA[blancaodontousuario]]></dc:creator> <category><![CDATA[Imprensa]]></category> <category><![CDATA[Odontologia no tratamento de câncer]]></category> <category><![CDATA[Tratamentos Odontológicos]]></category> <category><![CDATA[odontologia e câncer]]></category> <category><![CDATA[quimioterapia]]></category> <category><![CDATA[tratamento de câncer]]></category> <category><![CDATA[tratamento odontológico]]></category> <category><![CDATA[tratamento oncológico]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://www.blancaodontologia.com.br/?p=247</guid> <description><![CDATA[<p>Por Gláucia Chaves</p><p>De modo geral, além da cirurgia, o tratamento contra o câncer pode envolver sessões de quimioterapia, radioterapia e transplante de medula óssea. Únicas maneiras de tratar a doença, os procedimentos são agressivos e provocam diversos efeitos colaterais. O ...</p><p>O post <a
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/> Anderson Silvestrini, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica</p></blockquote><p><strong>Multidisciplinar</strong><br
/> Anderson Silvestrini, oncologista clínico do Grupo Acreditar e presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), diz que uma equipe médica multidisciplinar é indispensável durante o tratamento. “Não basta ter várias especialidades (atendendo o paciente), é importante que elas se comuniquem, que haja diálogo entre farmacêuticos, dentistas, psicólogos, oncologistas e demais profissionais”, reforça. Sem essa interseção, uma simples cárie não tratada pode se transformar em um abcesso (acúmulo de pus ao redor da raiz do dente) e, mais tarde, em uma infecção. Por isso, o primeiro olhar do dentista (preferencialmente, antes de o tratamento oncológico começar) deve ser minucioso para descartar cáries, gengivites ou feridas na boca.</p><p>Mais que minimizar o desconforto e evitar doenças decorrentes das complicações bucais, Silvestrini salienta que um bom acompanhamento odontológico previne outras enfermidades que as pessoas nem sempre sabem que são ocasionadas por problemas bucais. “Além dos riscos de infecções do câncer, há o perigo de doenças cardiológicas, como a endocardite (inflamação de estruturas internas do coração)”, detalha. O médico explica que a prevenção e o acompanhamento constante da evolução do quadro dentário do paciente são feitos com a ajuda da laserterapia, tratamento em que as ondas de luz tratam as lesões e fazem com que os machucados sarem mais rapidamente.</p><p>Hematologista do Grupo Acreditar, Paulo Soares explica que até mesmo a força usada pelo dentista no trato com pacientes oncológicos pode influenciar os resultados da intervenção. “O tratamento do mieloma múltiplo, por exemplo, é feito com medicações que endurecem os ossos e acabam provocando uma destruição óssea”, diz. “Os pacientes podem ter a mandíbula destruída, porque os ossos enrijecidos ficam menos plásticos, com menor capacidade de mudança.” Por conta dessa fragilidade, chamada osteonecrose avascular da mandíbula ou ainda necrose asséptica de mandíbula, o tecido ósseo da cavidade oral fica exposto e torna-se infectado rapidamente. “O dentista tem que ser mais ‘conservador’ ao mexer na boca de um paciente com mieloma múltiplo”, resume. “Ele não pode fazer grandes procedimentos, pois o paciente pode perder a mandíbula.”</p><p>O aposentado Hamilton Souza Silva, 75 anos, luta contra o mieloma múltiplo e, por conta da medicação, sofreu com a exposição óssea na boca. Mesmo quando parou de tomar o remédio que causou a complicação, ele conta que um dente ficou infeccionado. “Fui ao dentista e ele achou melhor tirar o resto dos dentes também”, detalha. Desde o ano passado, quando o câncer reapareceu após um hiato de sete anos, Hamilton diz que não sabia da importância do acompanhamento odontológico na rotina dos tratamentos. “Só fui ao dentista quando comecei a sentir dor, mas nenhum médico me encaminhou direto”, alega.</p><p>Procurar um profissional sério, naturalmente, também é um fator decisivo para que tanto o tratamento odontológico quanto o oncológico seja eficiente. Um erro de interpretação fez com que um abcesso cervical de Joaquina Rosa Basílio, 57 anos, fosse confundido com um câncer. A feirante conta que tudo começou com tratamento de canal mal feito (retirada de um tecido na parte interna da polpa do dente). “Tive um abcesso enorme no pescoço, abaixo do queixo, e foi aquela correria, fiquei desesperada”, descreve. Após vários exames, o resultado da biópsia, negativo para câncer, alivou Joaquina. “O problema estava acontecendo há anos e não aparecia em nenhum exame. Quando realmente cresceu demais, os médicos descobriram que eram os dentes os causadores de tudo isso.”</p><p><em>Matéria publicada no Caderno Saúde do Jornal Correio Braziliense de 17 de janeiro de 2012.</em><br
/> <a
href="http://www.blancaodontologia.com.br/wp-content/uploads/2014/11/materia-saude-bucal-na-luta-contra-o-cancer-correio-braziliense-17.01.2012.pdf" target="_blank">Faça o donwload da matéria &#8220;Saúde bucal na luta contra o câncer&#8221;</a></p><p>O post <a
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/> Matéria do site ClicaBrasília publicada em 13/12/2011.<br
/> Link: <a
href="http://www.clicabrasilia.com.br/site/noticia.php?id=380186" target="_blank">http://www.clicabrasilia.com.br/site/noticia.php?id=380186</a></p><p>O post <a
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/> Dr. Gustavo Maluf atua na área de Odontologia Oncológica. Mestre e especialista em Periodontia e Implantodontia, realizou estágio no Hospital AC Camargo (SP) e é credenciado em Laser pela USP. É referência no atendimento a pacientes em tratamento de câncer antes, durante e após quimioterapia e radioterapia de cabeça e pescoço. É professor em cursos de pós-graduação.</p></blockquote><p>Matéria do site DFAgora publicada em 07/10/2011.<br
/> Link: <a
href="http://www.dfagora.com.br/LerNoticia/615/quem-sofre-com-algum-tipo-de-cancer-precisa-redobrar-os-cuidados-com-a-higiene-bucal" target="_blank">http://www.dfagora.com.br/LerNoticia/615/quem-sofre-com-algum-tipo-de-cancer-precisa-redobrar-os-cuidados-com-a-higiene-bucal</a></p><p>O post <a
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rel="nofollow" href="http://www.blancaodontologia.com.br">Blanca Odontologia</a>.</p> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Quem sofre com algum tipo de câncer precisa redobrar os cuidados com a higiene bucal, principalmente as crianças. Todas as alterações bucais que aparecem nos adultos, por conta da doença, também ocorrem com os pequenos. Contudo, esses sofrem mais pois correm o risco de sequelas tardias – isso porque os tecidos que estão em desenvolvimento podem ser afetados. Segundo o IBGE, dois em cada mil adultos venceram um câncer infantil.</p><p><strong>Efeitos Colaterais</strong> – Dos pacientes submetidos à quimioterapia, cerca de 40% desenvolvem efeitos colaterais bucais – esse número alcança 90% em crianças abaixo dos 12 anos. Quando recebem o tratamento radioterápico na região de cabeça e pescoço e/ou quimioterapia podem apresentar alterações do desenvolvimento dos ossos da maxila, má formação dos dentes e até mesmo falta de algum dente, erupção dentária alterada, entre outras sequelas permanentes.</p><p>Dr. Gustavo Maluf, dentista dedicado à odontologia oncológica, explica que as crianças com câncer são submetidas a tratamentos e medicamentos muito fortes, que desencadeiam mucosite, xerostomia (falta de saliva), candidíase (sapinho), entre outros problemas. Com o desconforto e a dor, os pequenos podem vivenciar dificuldade na hora de se alimentar, o que impacta diretamente o enfrentamento do câncer.</p><p>Além disso, após sessão de quimioterapia, a resistência imunológica do paciente diminui. “Durante esse tempo, todo cuidado é pouco, pois a criança tem grande risco de desenvolver complicações bucais e septicemia (infecção generalizada)”, alerta o especialista.</p><p><strong>Indicações</strong> – Para evitar riscos desnecessários, oncologistas pediatras devem incluir a avaliação odontológica na etapa que antecede a administração de quimioterápicos e a radioterapia de cabeça e pescoço. É necessário também que os pais estabeleçam rigorosa higiene bucal utilizando soluções e produtos especializados. “Pode-se lançar mão de laser em baixa intensidade como forma de prevenção, minimizando as lesões bucais. Dessa forma, a criança terá mais qualidade de vida durante o tratamento oncológico”, afirma Dr. Gustavo Maluf.</p><blockquote><p>* Mais sobre Dr. Gustavo Maluf<br
/> Dr. Gustavo Maluf atua na área de Odontologia Oncológica. Mestre e especialista em Periodontia e Implantodontia, realizou estágio no Hospital AC Camargo (SP) e é credenciado em Laser pela USP. É referência no atendimento a pacientes em tratamento de câncer antes, durante e após quimioterapia e radioterapia de cabeça e pescoço. É professor em cursos de pós-graduação.</p></blockquote><p>Matéria do site JorNow publicada em 07/10/2011.<br
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/> Matéria do site ClicaBrasília publicada em 22/09/2011.<br
/> Link: <a
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